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Paulo Branco, diretor executivo do Laboratório Associado TERRA, deu uma entrevista ao Jornal de Notícias a propósito da extinção da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), onde sublinhou a necessidade urgente de garantir previsibilidade e estabilidade no financiamento da investigação científica em Portugal.
Em entrevista ao Jornal de Notícias, Paulo Branco sublinhou que “a ciência não pode ser prisioneira da inovação”, alertando para os riscos de uma política científica excessivamente orientada para resultados imediatos e lucro. Na sua perspetiva, o investimento em investigação deve ser sustentado por uma visão estratégica de longo prazo, que permita aos investigadores desenvolver conhecimento sólido e duradouro, livre de pressões conjunturais.
O diretor executivo do TERRA defende um modelo de apoio à ciência que valorize a continuidade dos projetos, a autonomia dos investigadores e a construção de conhecimento sólido e duradouro. “O que a ciência e os cientistas precisam é de previsibilidade do sistema”, acrescentou.
A entrevista do Doutor Paulo Branco ao Jornal de Notícias reforça o compromisso do TERRA com uma ciência livre, crítica e comprometida com o futuro. Num momento de transformação institucional, Paulo Branco deixa claro que o papel dos Laboratórios Associados é mais relevante do que nunca: “As estruturas dos Laboratórios Associados servem para garantir que há uma abrangência no conhecimento.”
Entrevista completa disponível na edição de 25 de agosto de 2025 do Jornal de Notícias. Também pode ser consultada online em jn.pt (conteúdo completo disponível apenas para assinantes).
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DOI 10.54499/LA/P/0092/2020
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DOI 10.54499/LA/P/0092/2020