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Manuel Campagnolo participou como orador convidado no Painel de Inovação, onde destacou novas abordagens na deteção de perdas de vegetação com recurso a tecnologia espacial e computação avançada.
O investigador Manuel Campagnolo, do Centro de Estudos Florestais (CEF) do Instituto Superior de Agronomia (ISA) e membro do Laboratório Associado TERRA, foi orador convidado no “Painel de Inovação: Novos produtos SMOS com tecnologia espacial e inteligência artificial”, integrado no evento “COS2023 e Inovação Geoespacial – Monitorizar Territórios em Mudança”, organizado pela Direção-Geral do Território (DGT), que decorreu no mês de julho, em Lisboa.
O evento reuniu representantes da administração pública, comunidade científica e empresas tecnológicas para discutir os avanços no uso de dados de Observação da Terra e tecnologias digitais na monitorização do território e do ambiente. O painel em que participou Manuel Campagnolo teve como foco os novos produtos derivados da missão SMOS (Soil Moisture and Ocean Salinity) e o potencial da inteligência artificial e computação avançada na criação de soluções para desafios ambientais complexos.
Na sua intervenção, o investigador destacou uma iniciativa em curso que aproxima a academia da administração pública, com impactos concretos para o conhecimento do território português:
“Estou a coordenar uma colaboração entre o ISA e a DGT para a produção automática de mapas de perdas de vegetação para Portugal a partir de dados de satélite”, afirmou.
A par desta colaboração, Manuel Campagnolo revelou a participação do CEF/ISA como projeto piloto numa iniciativa mais ampla, também liderada pela DGT, em parceria com o Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP), com apoio do Centro Nacional de Computação Avançada (CNCA), no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
“Estamos igualmente a participar como projeto piloto na colaboração da DGT/LIP para criação de um repositório e de uma cadeia de processamento dos dados em plataforma de computação avançada (CNCA), no quadro do PRR”, explicou.
Estas iniciativas inserem-se na missão do TERRA de promover soluções científicas para uma gestão mais inteligente, sustentável e resiliente do território, integrando tecnologia de ponta, como dados de satélite e IA, no apoio à decisão pública e à proteção dos ecossistemas.
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DOI 10.54499/LA/P/0092/2020
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DOI 10.54499/LA/P/0092/2020