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Grande Prémio Ciência Viva 2025 distingue Helena Freitas (CFE/TERRA) pelo seu contributo pioneiro para a ecologia, a biodiversidade e a cultura científica em Portugal.
A Professora Helena Freitas, coordenadora do Centro de Ecologia Funcional (CFE) e membro do Laboratório Associado TERRA, é a vencedora do Grande Prémio Ciência Viva 2025 — a mais alta distinção atribuída pela Agência Ciência Viva no âmbito da promoção da cultura científica em Portugal.
A entrega dos Prémios Ciência Viva decorre no Dia Nacional da Cultura Científica, celebrado a 24 de novembro, pelas 18h00, no Pavilhão do Conhecimento – Centro Ciência Viva, em Lisboa, com transmissão via streaming no canal de YouTube do Pavilhão do Conhecimento.
Desde 2012, os Prémios Ciência Viva distinguem personalidades e projetos que se destacam na valorização da ciência e da tecnologia junto da sociedade. Este ano, o Grande Prémio reconhece o percurso da investigadora do CFE e TERRA Helena Freitas. Ao longo da sua carreira, Helena Freitas desenvolveu investigação pioneira nas áreas da ecofisiologia de populações vegetais, ecologia de plantas e espécies invasoras, gestão agrícola e florestal e adaptação às alterações climáticas — sempre com um olhar atento à biodiversidade e ao território.
Helena Freitas já reagiu a esta distinção no seu perfil de LinkedIn. Para a investigadora, este prémio é mais do que uma distinção individual: é um estímulo renovado para continuar a envolver comunidades, escolas e famílias numa ciência participativa, intergeracional e comprometida com o futuro do planeta. Pode também ler-se: “enquanto bióloga, sinto a honra acrescida de ver esta área do conhecimento valorizada num tempo em que somos chamados – com urgência e responsabilidade – a cuidar da biodiversidade e da natureza. O desafio que enfrentamos é colectivo: caminhar para uma sociedade que reconhece a sua interdependência com o mundo vivo e escolhe viver em harmonia com ele.” – comentário completo aqui.
A distinção de Helena Freitas honra não só o seu percurso individual, mas também o compromisso coletivo dos membros do TERRA com uma ciência aberta, transformadora e profundamente enraizada no território.
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DOI 10.54499/LA/P/0092/2020
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DOI 10.54499/LA/P/0092/2020